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    Coronavírus no mundo em meados de dezembro (87)
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    A vacina Sputnik V contra a COVID-19 poderá fornecer até dois anos de imunidade contra a doença, informou neste sábado (12) Aleksander Gintsburg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya.

    Segundo Gintsburg, a imunidade fornecida pela Sputnik V será superior à da vacina produzida pela Pfizer e BioNTech, que oferecerá proteção por quatro ou cinco meses.

    Durante participação no canal Solovyov Live, no YouTube, o diretor do Centro Gamaleya disse que "em relação à nossa vacina [a Sputnik V] e à plataforma em que foi criada, a vacina de ebola, há evidências experimentais de que o uso dessa plataforma, com métodos de preparação semelhantes, oferece proteção por pelo menos dois anos, talvez mais".

    A Sputnik V já está salvando vidas de trabalhadores do grupo de alto risco na Rússia. Nós recebemos pedidos de 1,2 bilhão de doses de 50 países. A tecnologia da Sputnik V baseada em vetores de adenovírus humano será um avanço para derrotar a pandemia em 2021.

    "É difícil dizer por quanto tempo a vacina da Pfizer dará imunidade, mas com base nas descobertas gerais dessas vacinas, deve-se pensar que o período de proteção não será mais do que quatro ou cinco meses, embora isso requeira dados experimentais", acrescentou Gintsburg.

    O diretor do Centro Gamaleya também falou sobre dados de testes clínicos da Sputnik V, que mostraram que a vacina é 96% eficaz na prevenção de infecções. Além disso, Gintsburg assinalou que, se alguém contrair a COVID-19 mesmo depois de vacinado, terá sintomas mais leves do que os que não forem imunizados.

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    Coronavírus no mundo em meados de dezembro (87)

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    Tags:
    Pfizer, vacina, COVID-19, Sputnik V
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