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    Coronavírus e o mundo no início de novembro (39)
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    O tratamento poderá beneficiar pacientes com quadro leve a moderado de infecção por coronavírus, assim como pacientes maiores de 65 anos não hospitalizados ou portadores de doenças crônicas.

    A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) autorizou nesta segunda-feira (9) o uso sob emergência do tratamento experimental de anticorpos contra a COVID-19 produzido pela farmacêutica Eli Lilly, informa a agência Reuters.

    Esta terapia de anticorpos monoclonais será utilizada para tratar casos leves do coronavírus e está especialmente destinada para pacientes maiores de 65 anos, que não se encontrem hospitalizados ou que sofram certos problemas médicos crônicos.

    A FDA assegurou que os testes clínicos mostraram que seu tratamento chamado Bamlanivimab reduziu a necessidade de hospitalização ou visitas a salas de emergência em pacientes que apresentam um alto risco de evolução da doença.

    O tratamento também poderá ser aplicado em pacientes adultos com COVID-19 de leve a moderada e crianças maiores de 12 anos. No entanto, não poderá ser usado em pessoas hospitalizadas por complicações da infecção ou que requerem terapia de oxigênio.

    Enfermeira de máscara e macacão de proteção na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde pacientes com coronavírus (COVID-19) são tratados no Hospital Victor Provo, Roubaix, França, 6 de novembro de 2020
    © REUTERS / PASCAL ROSSIGNOL
    Enfermeira de máscara e macacão de proteção na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde pacientes com coronavírus (COVID-19) são tratados no Hospital Victor Provo, Roubaix, França, 6 de novembro de 2020

    Recentemente funcionários do governo dos EUA deram por finalizado um estudo sobre um tratamento com anticorpos da companhia Eli Lilly para pessoas hospitalizadas com COVID-19, uma vez que não foram encontradas evidências de que os mesmos melhorassem a condição de pacientes em estado grave.

    A Eli Lilly espera fornecer até um milhão de doses da terapia de anticorpos no quarto trimestre deste ano, e já disponibilizou 100 mil doses em outubro. Chegou a um acordo de US$ 1.250 (R$ 6,732 mil) por dose com o governo norte-americano e planeja vender o preparado a outros países.

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    Coronavírus e o mundo no início de novembro (39)

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    Tags:
    EUA, medicamento, pandemia, novo coronavírus, COVID-19, ciência
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