21:00 11 Agosto 2020
Ouvir Rádio
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    0 50
    Nos siga no

    Arqueólogos do programa de arqueologia HS2 descobriram um esqueleto com as mãos atadas, da Idade do Ferro, que acreditam ter sido vítima de assassinato.

    O esqueleto de dois mil anos é de um adulto do sexo masculino e foi encontrado deitado de barriga para baixo próximo de Wendover em Buckinghamshire.

    A Dr.ª Rachel Wood, do projeto arqueológico, descreveu a morte como "um mistério" e espera que, após as devidas análises, seja possível descobrir mais evidências sobre o homem, conforme publicação da HS2. 

    A região de Wendover parece ter sido um local muito utilizado para a realização de atividades cerimoniais, pois no local também foram descobertos um grande monumento circular de postes de madeira, com 65 metros de diâmetro e alinhado com o solstício de inverno, e um cemitério romano.

    1 / 5
    Esqueleto de suposta vítima de assassinato

    Os arqueólogos acreditam que a Idade do Bronze e a Idade do Ferro viram algumas pessoas morando na região, onde ao menos uma casa foi identificada, bem como possíveis estruturas, como poços usados para descartar alimentos.

    Em uma área quadrada no local, foi encontrado um esqueleto que estava em um caixão revestido de chumbo, enquanto a parte externa era de madeira. De acordo com os arqueólogos, o esqueleto pode ter sido de alguém importante, pois tinha meios para pagar por um funeral de luxo.

    "Nós sabíamos que Buckinghamshire era rica em arqueologia, mas descobrir um sítio mostrando atividades humanas ao longo de 4.000 anos é algo surpreendente", afirmou a Dr.ª Rachel Wood.

    Mais:

    Arqueólogos descobrem na Turquia alfinete e jarro de perfume de 2.500 anos (FOTOS)
    Mina de ocre mais antiga das Américas é descoberta no México (FOTO)
    Pesquisadores encontram novos dados sobre época de Genghis Khan
    Tags:
    Reino Unido, arqueólogos, arqueologia, mistério, assassinato, esqueleto, descoberta
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar