07:19 06 Agosto 2020
Ouvir Rádio
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    Situação do mundo com COVID-19 em meados de junho (50)
    0 91
    Nos siga no

    O Reino Unido terminou os ensaios do medicamento dexametasona em pacientes infectados com o SARS-CoV-2 e constatou a sua eficácia na redução do risco de morte.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) acolheu favoravelmente os ensaios clínicos que mostram que a dexametasona, um tipo de medicamento corticosteroide amplamente disponível, é eficaz no tratamento de pacientes críticos da COVID-19, disse na terça-feira (16) Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

    "Este é o primeiro tratamento que mostra reduzir a mortalidade em pacientes com COVID-19 que necessitam de oxigênio ou de suporte ventilatório [...] Esta é uma ótima notícia e eu parabenizo o governo do Reino Unido, a Universidade de Oxford e os muitos hospitais e pacientes no Reino Unido que contribuíram para este avanço científico que salva vidas", comentou Tedros em um comunicado de imprensa.

    De acordo com a pesquisa realizada pela Universidade de Oxford, o medicamento provou reduzir em 35% o risco de morte entre os pacientes da COVID-19 que receberam tratamento de ventilação pulmonar e em 20% nos pacientes tratados com oxigênio. O Reino Unido aprovou o uso de dexametasona no tratamento da COVID-19, dizendo que é o primeiro medicamento que pode curar a doença.

    A OMS disse que os pesquisadores compartilharam os resultados preliminares do estudo clínico, e que a organização estava "ansiosa para a análise completa dos dados nos próximos dias".

    Tema:
    Situação do mundo com COVID-19 em meados de junho (50)

    Mais:

    Cientistas testam medicamento para azia no tratamento de casos leves da COVID-19
    Estudo revela grupo sanguíneo mais resistente ao coronavírus
    Cientistas descobrem que COVID-19 pode infectar e se multiplicar em células do coração
    Tags:
    Organização Mundial da Saúde, Organização Mundial da Saúde (OMS), OMS, Reino Unido, COVID-19
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar