17:35 25 Novembro 2020
Ouvir Rádio
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    COVID-19 desafia mundo no início de junho (54)
    191
    Nos siga no

    Cientistas norte-americanos identificaram os seis maiores grupos do SARS-CoV-2 que estão atualmente se espalhando pelo mundo.

    De acordo com um estudo publicado no site bioRxiv, os pesquisadores apuraram que desde o início da pandemia global o genoma do vírus já sofreu tantas mutações que tornou possível identificar e rastrear suas cepas.

    Os cientistas norte-americanos desenvolveram para o efeito um algoritmo que permite o rápido isolamento de sequências genômicas, que eles usaram para estudar 10.422 amostras de SARS-CoV-2 coletadas em diferentes regiões do mundo.

    O uso do algoritmo permitiu aos cientistas combinar tipos de sequência em grupos clonais claramente separados, permitindo revelar os seis maiores grupos clonais que circulam no mundo, indica o artigo.

    Tal identificação é necessária para entender como o vírus se espalhará no futuro e identificar suas possíveis mutações, que poderão se tornar ainda mais perigosas.

    Imagem de microscópio eletrônico de transmissão mostra SARS-CoV-2, o vírus que causa a COVID-19
    Imagem de microscópio eletrônico de transmissão mostra SARS-CoV-2, o vírus que causa a COVID-19

    Segundo determinaram os cientistas, a presença de genomas inerentes a uma espécie está intimamente relacionada a fatores geográficos.

    Por exemplo, os genomas do grupo CC256 são mais comuns nos EUA, o denominado CC258 é mais frequente nos Estados Unidos e na Europa, enquanto que o chamado de CC800 está mais disseminado pelo Oriente Médio.

    Os pesquisadores dizem que este algoritmo pode aplicado para rastrear possíveis mutações e a origem de qualquer outro tipo de vírus.

    Tema:
    COVID-19 desafia mundo no início de junho (54)

    Mais:

    Seria necessário desenvolver uma vacina para cada mutação do novo coronavírus?
    Detectada 1ª mutação significativa do novo coronavírus
    Possível nova mutação do coronavírus persistiu por 49 dias em paciente chinês
    Tags:
    mutação, novo coronavírus, vírus, pandemia, COVID-19
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar