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    Mundo enfrentando pandemia no fim de maio (69)
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    Atualmente, a vacina britânica é uma das maiores apostas para proporcionar proteção contra o coronavírus a nível mundial.

    Os testes da vacina contra o coronavírus da Universidade de Oxford (Reino Unido) só apresentam 50% de possibilidade de êxito, indicou ao jornal Telegraph o diretor do Instituto Jenner da universidade, Adrian Hill, que lidera o desenvolvimento da vacina.

    O professor explicou que o êxito do próximo teste, que envolverá dez mil voluntários, está longe de ser garantido devido à baixa transmissão atual da COVID-19 no país europeu.

    "É uma corrida, sim. Porém, não é uma corrida contra os outros [desenvolvedores]. É uma corrida contra a desaparição do vírus e contra o tempo. No começo do ano, dizíamos que haveria uma possibilidade 80% de desenvolver uma vacina eficiente para setembro. Contudo, neste momento há 50% de probabilidade de não alcançarmos nenhum resultado", salientou.

    A vacina experimental, conhecida como ChAdOx1 nCoV-19 ou ZD1222, foi produzida com um vírus inofensivo presente em chimpanzés, que foi geneticamente modificado para transportar parte do coronavírus. A técnica já demonstrou gerar fortes respostas imunológicas em outras doenças.

    Atualmente, a vacina de Oxford é um dos principais candidatos na corrida mundial para proporcionar uma defesa contra o coronavírus. Os pesquisadores britânicos já começaram os testes em humanos na etapa inicial da vacina em abril. Se prevê que os resultados dos testes sejam disponibilizados no começo de junho.

    Neste semana, o gigante farmacêutico AstraZeneca, envolvido na produção da vacina, anunciou um acordo bilionário com o governo dos EUA para produzir 400 milhões de doses da vacina desenvolvida pela equipe de Hill. Enquanto isso, o governo britânico concordou em adquirir até 100 milhões de doses.

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    COVID-19, novo coronavírus, laboratório, ciência, vacina, pandemia, Reino Unido
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