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    Situação em torno da pandemia de COVID-19 no fim de abril (140)
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    O medicamento se revelou eficaz em 78% dos pacientes com o novo coronavírus analisados pela Agência Federal para Assuntos Médico-Biológicos russa, o que poderia levar à sua aplicação prática no futuro.

    Uma grande maioria das pessoas com coronavírus e em condição moderada ou grave tratadas com o medicamento antimalárico mefloquina mostraram tendências positivas, segundo resultados preliminares do estudo realizado pela Agência Federal para Assuntos Médico-Biológicos russa.

    "Resultados preliminares do estudo em 347 pacientes com SARS-CoV-2 mostraram que, com o tratamento de mefloquina, 78% dos pacientes em estado moderado ou grave apresentaram dinâmica clínica positiva, regressão ou estabilização das alterações no tecido pulmonar", diz o comunicado publicado no site da organização.

    A agência biomédica está realizando estudos sobre a eficácia e segurança da mefloquina em comparação ao medicamento hidroxicloroquina para tratamento de pacientes com o novo coronavírus e planeja lançar os resultados finais do estudo até 20 de maio.

    Desde 11 de março, a Organização Mundial de Saúde classificou como pandemia a doença COVID-19, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e detectada no final de 2019.

    Globalmente, mais de 2,6 milhões de casos de novas infecções por coronavírus foram relatados, incluindo mais de 184.000 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA).

    Tema:
    Situação em torno da pandemia de COVID-19 no fim de abril (140)

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    Tags:
    Universidade Johns Hopkins, Rússia, COVID-19
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