08:05 05 Abril 2020
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    A estrela que formou a nebulosa está escondida atrás de nuvens massivas de gás, poeira e detritos cósmicos. De acordo com a NASA, a estrela era cinco vezes maior que o Sol antes de começar a usar o restante de suas reservas de combustível.

    Conforme a estrela ficou sem energia, começou a expandir e lançou sua camada externa. A explosão causada pela estrela gerou uma fantástica demonstração de radiação ultravioleta, que foi capturada pelo telescópio Hubble. Este evento ocasionou a criação da nebulosa planetária, que recebeu seu nome devido à aparência, revela o portal International Business Times.

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    Публикация от Hubblescope Space Posts (@thehubblescope)

    "Uma estrela moribunda que outrora teve a massa cinco vezes maior que a do Sol no centro de sua fúria", explicou a NASA em um comunicado. Ela ejetou sua camada de gás e agora está liberando um fluxo de radiação ultravioleta, que está fazendo com que o material eliminado ilumine.

    Este objeto é um exemplo de uma nebulosa planetária, nomeada desta forma devido a muitas delas terem uma aparência arredondada, que se assemelha à de um planeta quando visto por um pequeno telescópio.

    Esculpindo as 'asas' da NGC 6302

    A NGC 6302 é caracterizada por suas grandes estruturas, que aparentam ser asas, motivo pelo qual é referida como nebulosa borboleta. Conforme a NASA, estas "asas" da nebulosa foram criadas pelo gás expelido pela estrela moribunda central. Eventualmente, uma vez que a temperatura do centro da estrela aumenta, seus ventos estelares quentes começam a esculpir as nuvens de gás próximas e modificar a aparência das estruturas em forma de asas.

    "Outro gás foi expelido perpendicularmente para o anel em alta velocidade, produzindo as alongadas asas da estrutura em forma de borboleta", salienta a NASA.

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    Tags:
    Espaço, estrelas, borboleta, NASA
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