19:05 12 Novembro 2019
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    Luz azul (imagem referencial)

    Comprovado cientificamente: luz azul de celulares acelera envelhecimento

    CC0 / Pixabay
    Ciência e tecnologia
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    Uma série de experimentos realizada em moscas da fruta revelou que a luz emitida por diodos luminosos danifica as células cerebrais e da retina e também acelera o envelhecimento.

    Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Nature.

    Os autores do estudo explicam que a luz é um tipo de radiação eletromagnética que geralmente transporta certo volume de energia. A luz vermelha tem pouca energia e é percepcionada facilmente pelo olho humano. No entanto, a luz azul, que possui mais energia, faz que nossos olhos se cansem mais rápido.

    A luz azul artificial emitida pelos atuais dispositivos eletrônicos causa o maior dano, já que seu comprimento de onda varia entre 380 e 500 nanômetros.

    Para verificar a hipótese, cientistas da Universidade do Estado do Oregon realizaram uma série de experimentos usando moscas da fruta. O organismo deste inseto se parece muito com o dos humanos.

    As moscas utilizadas nesta investigação foram dividas em três grupos. O primeiro grupo passou 12 horas debaixo de luz azul e 12 horas no escuro. O segundo grupo permaneceu todo o tempo no escuro e o terceiro foi submetido unicamente aos efeitos da luz azul.

    Os resultados do experimento revelaram que os insetos do primeiro grupo tinham uma esperança de vida mais curta. Além disso, as moscas deste grupo sofreram danos no cérebro e na retina. Os cientistas também notaram que os insetos tentaram evitar a exposição à luz azul, ao contrário dos humanos, que estão em contato permanente com ela.

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    Tags:
    envelhecimento, experimento, cérebro
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