00:17 17 Fevereiro 2019
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    Reconstrução dos ancestrais Homo naledi

    Encontrado enigmático ancestral do homem

    © Sputnik / Sergei Pyatakov
    Ciência e tecnologia
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    Cientistas espanhóis e estonianos descobriram sinais da existência de antepassados extintos e anteriormente desconhecidos do Homo sapiens.

    Essa população antiga "fantasma" foi identificada por meio de uma análise genética usando inteligência artificial, sendo ela parente de Neandertais e do hominídeo de Denisova, e também passou alguns genes para as pessoas modernas, relata o portal Science Alert.

    Sabe-se que as pessoas da anatomia moderna deixaram a África há menos de 100 mil anos e se espalharam pela Eurásia, às vezes, cruzando-se com outras espécies do gênero Homo — Neandertais e do hominídeo de Denisova. 

    Asteroide Bennu
    © AP Photo / NASA/Goddard/University of Arizona
    Cientistas conseguiram provar que o seu DNA é de fato encontrado em populações não africanas de humanos modernos. Ao mesmo tempo, eles não sabiam o número exato de introgressão genética e como isso influenciou os genes dos humanos modernos. 

    Em novo estudo, cientistas usaram métodos precisos para analisar genomas antigos e modernos para construir o padrão de uma introgressão genética mais provável correspondente a dados genéticos atuais. Assim, os pesquisadores descobriram que, além das populações de Neandertais e de hominídeos de Denisova, que contribuíram para o conjunto de genes dos humanos modernos, havia outra população que se tornou fonte para as populações humanas da Ásia e Oceania. 

    Segundo cientistas, essa população desconhecida consistia dos parentes mais próximos de Neandertais e de hominídeos de Denisova ou dos ancestrais que precocemente saíram da linhagem do hominídeo de Denisova.

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    Tags:
    estudo, homo sapiens, DNA, genes, Oceania, Eurásia, África