00:45 23 Julho 2018
Ouvir Rádio
    WhatsApp logo

    Não faça isso se não quer que seus dados no WhatsApp sejam hackeados

    © AFP 2018 / LIONEL BONAVENTURE
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    478

    Os especialistas recolheram os dados de 178 chats de grupo e analisaram, no total, meio milhão de mensagens enviadas por cerca de 46 mil usuários.

    Os pesquisadores descobriram que os dados pessoais dos participantes de grupos no aplicativo WhatsApp (tomando em consideração que todo o mundo participa de tais chats, de fato) estão ameaçados, pois qualquer pessoa pode recolhê-los em uma base que inclui os números de celulares dos participantes, as imagens, os links e os vídeos que eles partilharam.

    A pesquisa foi realizada por Kiran Garimella da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, e Gareth Tyson, da Universidade Queen Mary de Londres. Os investigadores recolheram dados de 178 chats públicos que encontraram com a ajuda da pesquisa web.

    Garimella e Tyson usaram um celular com WhatsApp instalado e utilizaram um método de decifração de dados proposto por especialistas indianos, comunica o portal Venture Beat. Todos os dados recebidos dos chats estão reservados em uma base de dados local do dispositivo, bem como a chave de decifração. Os pesquisadores conseguiram descobri-la e acessar os dados desses grupos.

    Para mais, a pesquisa diz que as informações podem ser coletadas só após a pessoa aderir ao chat de grupo, enquanto as mensagens antigamente enviadas não estão disponíveis.

    Assim, caso você não queira que especialistas em marketing, hackers ou autoridades tenham acesso a seus dados pessoais, evite aderir aos chats públicos no WhatsApp.

    Mais:

    Google vs Pentágono: funcionários da empresa não desejam relações com militares
    Google está escaneando arquivos de seus usuários, causando revolta massiva
    Google sabe tudo sobre você, mesmo hora de ir à cama. Tem dúvidas?
    Tags:
    dados pessoais, WhatsApp, aplicativo, hacker
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik