19:42 31 Março 2020
Ouvir Rádio
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    2141
    Nos siga no

    Físicos da Austrália criaram nanopartículas que seletivamente param ou deixam passar diferentes tipos de radiação potencialmente perigosos para o homem no espaço aberto.

    O descobrimento foi descrito na revista Advanced Functional Materials.

    Agora se considera que o alto nível de radiação espacial é um dos problemas mais perigosos que surgirão durante o voo do homem a Marte. Agora não é possível prever como esta radiação vai influenciar à saúde de cosmonautas ou de astronautas e a proteção adequada exigirá muitos recursos energéticos.

    O cientista Andrei Miroshnichenko e seus colegas da Universidade Nacional da Austrália em Camberra procuraram um meio para defender os potenciais visitantes de Marte, os satélites e as naves espaciais da radiação perigosa criando nanopartículas que são capazes de fazer passar a luz seletivamente de acordo com a temperatura deles.

    O material representa pequenos pedaços de silício que são parecidos com pequenos grãos com o tamanho de várias dezenas de nanômetros. Ao experimentar com tais partículas, os cientistas descobriram que, se eles forem arrumados numa ordem especial, suas qualidades óticas vão mudar e eles começarão deixando passar a radiação ultravioleta, os raios infravermelhos ou a luz, ou a pará-los.

    As menores mudanças na posição das nanopartículas muda bruscamente a qualidade do material, por isso mesmo, um menor aquecimento muda radicalmente a capacidade de passagem da radiação. Isto ajudará a defender os satélites de raios espaciais e de superaquecimento e os astronautas de refrigeração excessiva.

    Mais:

    Mistério extraterrestre: ufólogos descobrem ruínas estranhas em Marte (VÍDEO)
    'Parece ser um Batmóvel': usuário descobre OVNI em Marte? (FOTOS)
    Como chegar a Marte e não morrer? Eminente cientista brasileira explica
    Tags:
    descoberta, raios, radiação, Austrália, Marte, Espaço
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar