20:29 14 Julho 2020
Ouvir Rádio
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    8341
    Nos siga no

    A agência espacial russa, Roscosmos, está criando uma rede de dezenas de estações de correção dos sinais do sistema de navegação GLONASS, que ficarão em 30 países, declarou em entrevista à Sputnik o vice-diretor geral da organização, Sergei Savelyev.

    "O programa federal de 'Apoio, desenvolvimento e utilização do sistema GLONASS para os anos 2012-2020' contempla a criação de uma rede global de estações de medição em território russo e no exterior. Estamos planejando instalar algumas dezenas de estações em mais de 30 países e na Antártida", disse Savelyev, que participa da feira de defesa e segurança LAAD 2017, no Rio de Janeiro.

    Segundo o vice-diretor da agência espacial russa, Roscosmos acabou de inaugurar um estação ótica quântica de avaliação de trajetórias do sistema GLONASS na África do Sul.

    "Também inauguramos uma estação de correção da GLONASS em Nicarágua e um complexo ótico eletrônico no Brasil", destacou Savelyev.

    Além disso, novas estações estão sendo preparadas na Rússia e na China, que deverão entrar em funcionamento em 2018.

    "No presente momento, temos oito estações no exterior. Quatro estações no Brasil, três estações na Antártida e uma estação na África do Sul. Estamos trabalhando com nossos colegas no Cazaquistão, na Bielorrússia, na Armênia, na China, na Índia, no Vietnã, na Cuba, na Espanha, na Argentina, na Indonésia no Equador, na Venezuela, no México e na Suécia", explicou o especialista russo.

    Mais:

    Rússia e China vão testar sistemas de navegação Glonass e Beidou
    Sistema Glonass se torna obrigatório na Rússia
    Satélites Glonass passam a usar só componentes nacionais
    Pentágono confunde GLONASS russo na Nicarágua com base para espionagem
    Rússia planeja lançar Glonass na Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão e Nicarágua
    O Glonass pega!
    Tags:
    sistema de navegação global, Glonass, Roscosmos, Sergei Savelyev, Brasil, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar