02:09 24 Outubro 2017
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    Luke, o braço biônico

    Não é ficção científica: braço biônico combate deficiência física

    © Foto: Mobius Bionics
    Ciência e tecnologia
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    Os desenvolvedores do Segway elaboraram o braço protético mais avançado com objetivo de levar uma nova esperança a pessoas lesionadas.

    A empresa Mobius Bionics, que inventou o braço, acha que ele é o produto mais intuitivo no mercado.

    "Trabalhando pessoalmente com lesionados e aprendendo do que eles gostam ou não no uso de próteses foi inestimável para o nosso processo produtivo. Graças à introspeção e sensação dos usuários, conseguimos criar o design mais avançado da agência americana FDA que a ciência protética tem visto", disse Dean Kamen que inventou o braço protético.

    O novo produto foi criado por Kamen em parceria com a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA). A expectativa é de os lesionados terem o melhor braço prostético disponível no mercado. A curiosidade é o braço, que recebeu o nome de LUKE, foi apelidado assim numa referência ao personagem Luke Skywalker de Guerra nas Estrelas.

    O braço LUKE pode ser considerado revolucionário porque se integra no sistema de neurônios do usuário através da detecção de sinais musculares. Quando o indivíduo dobra ou força seus músculos, o processo se reflete nos movimentos do braço protético.

    O lesionado que possuir esse dispositivo será capaz de se movimentar de maneira muito mais exata e sofisticada em comparação com a prótese mecânica controlada por botões.

    Os autores do braço protético testaram a novidade com 100 lesionados durante 10 mil horas de uso.

    O braço protético LUKE estará disponível no mercado antes do final de 2016. O preço do produto ainda não foi revelado, mas tudo indica que ele será alto e nem todos poderão adquiri-lo.

    O LUKE tem quatro motores diferentes independentes e várias garras pré-programadas que permitem ao usuário pegar os itens mais delicados, tais como um celular ou um ovo, além de coisas de peso maior, sem as soltar ou quebrar.

    A empresa ainda não revelou o preço da nova prótese, mas está previsto que o custo permita a quem precise poder adquiri-la.

    Tags:
    medicina, inovação, deficiência, DARPA
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