13:36 20 Setembro 2017
Ouvir Rádio
    Módulo de retorno da nave Soyuz TMA-12

    Rússia apresenta o primeiro sistema de paraquedas para naves espaciais

    © Sputnik/ Anton Denisov
    Ciência e tecnologia
    URL curta
    0 81791

    Um modelo de sistema de paraquedas com três cúpulas para naves espaciais tripuladas de retorno foi pela primeira vez apresentado na Rússia na exposição internacional Innoprom-2016, informou na segunda-feira a holding e desenvolvedor russo Tekhnodinamika.

    "Na exposição Innoprom-2016 em Ekaterinburgo a Tekhnodinamika apresentará pela primeira vez um modelo de sistema único de paraquedas criado para a aterrisagem segura de módulos espaciais guiados com massa aumentada e tripulação até seis pessoas", diz o comunicado.

    Ao contrário de seu antecessor, o sistema de paraquedas do ônibus espacial Soyuz, o novo possui três cúpulas e maior capacidade de carga.

    Júpiter
    © flickr.com/ NASA / ESA / A. Simon
    De acordo com o diretor geral da empresa responsável por inovações Aleksandr Litvinov, citado no comunicado, hoje apenas três países no mundo dispõem de sistemas semelhantes – a Rússia, os EUA e a China. Quanto ao projeto apresentado em Ekaterinburgo, paraquedas para missões semelhantes foram desenvolvidos por empresas americanas para as naves Drago e Orion.

    "Todos os sistemas são únicos porque além da diferença na massa e no tipo de nave eles variam quanto à velocidade e modo de aterrisagem", destacou Litvinov.

    A holding Tekhnodinamika se especializa no desenvolvimento, fabricação e manutenção de sistemas e unidades para áreas industriais como petróleo e gás, automobilismo, transporte e energia. A Tekhnodinamika é composta por 36 empresas da Federação da Rússia.

    Mais:

    SpaceX pretende enviar sua primeira nave espacial a Marte em 2018
    Nave espacial russa Soyuz deixa cosmódromo de Baikonur
    Tags:
    paraquedas, aterrissagem, tripulação, nave espacial, Federação Russa, Ekaterinburgo, China, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik