00:23 15 Julho 2020
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    Agora sabem como lutar com o problema de bebedeira impulsiva.

    Os neurologistas norte-americanos descobriram uma cadeia de neurônios entre o centro do prazer e o centro das emoções no nosso cérebro, cuja atividade excessiva contribui para o desenvolvimento do consumo excessivo de álcool, diz-se no artigo publicado no jornal Biological Psychiatry.

    “Encontramos puco a pouco as últimas partes do quebra-cabeças, que permite perceber como se forma o alcoolismo. Agora sabemos que estas partes do cérebro, que servem para o sentido de prazer e estresse, são chaves para perceber o fenômeno de consumo excessivo de álcool, e eles demonstraram que a direção do hormônio de estresse pode ser o base para o tratamento desta doença”, comunica Todd Thiele, da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (EUA).

    Thiele junto com os seus colegas chegou ao tal conclusão observando o funcionamento do cérebro e a cooperação dos várias partes dele na cabeça das ratazanas, uma parte dos quias têm boa saúde enquanto na outra sofreram de alcoolismo.

    Segundo o cientista, o centro do prazer, a assim chamada área tegmental ventral (VTA), inclui uma série de neurônios que reagem ao hormônio de estresse, a corticotropina. O funcionamento destas células pode depender da quantidade de álcool utilizado pelas pessoas, e a equipe de Thiele decidiu examinar o que será no caso do bloqueamento delas.

    O experimento mostrou que estes neurônios na verdade dependem da quantidade de álcool bebido, mas eles se apresentaram numa série das fibras, que ligam a parte da área tagmental com a outra parte do cérebro- com assim chamado complexo amigdaloide, que é responsável pelas emoções, pela memoria e pela tomada de decisões.

    O Deserto de Danakli na Etiópia
    © Foto / Felipe Gomez/Europlanet 2020 RI
    Experimentos mostraram que o álcool estimula o funcionamento destas células gliais, responsáveis para a reação de estresse ao álcool, no resultado de que o animal entra na situação de dipsomania. A dipsomania pode ser simplesmente  interrompido no caso de bloqueamento destas células.

    Cientistas esperam que as células possam ser usadas como alvos para os medicamentos que ajudarão a evitar a dipsomania.

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    Tags:
    cérebro, cientistas, América do Norte
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