10:09 16 Agosto 2017
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    Um cientista estudando cérebro humano. Foto de arquivo

    Cientistas se congregaram para criar análogo do homem

    © AP Photo/ Lynne Sladky
    Ciência e tecnologia
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    Especialistas de arquiteturas cognitivas biologicamente inspiradas discutem a possibilidade de criação da inteligência artificial em bases principalmente novos.

    Pesquisadores dos 15 países: Rússia, EUA, Grã-Bretanha, Japão, Alemanha, França, Suécia, Itália e dos outros países participam fazem parte da primeira Escola da Ciência de arquiteturas biologicamente inspiradas cognitivas (ABIC), que começou operando na base da Universidade Nacional de Pesquisa Científica Universidade Nacional russa de Pesquisa Nuclear (MEPhI).

    Segundo a informação do comitê organizador da iniciativa, que é realizada pela Universidade com o apoio do Fundo Científico da Rússia e da comunidade científica ABIC, durante os próximos quatro dias, estudantes, estagiários, doutores e jovens cientistas se encontrarão com os principais e  mundialmente reconhecidos especialistas da ABIC.

    Entre eles está o coordenador da Rede Europeia de Melhoramento dos Sistemas Cognitivos Artificiais David Vernon, a professora da University College of London Kate Jeffrey, o correspondente-membro da Academia de Ciência Russa Konstantin Anohin, o professor da tecnologia de robô da Universidade de Palermo Antonio Cella, professor da universidade Penn State University Frank Ritter, professor gerente da seção da neuroinformática do Centro das tecnologias neuro-óticas da Academia de Ciência da Rússia Vitaly Dunin-Barkovsky e outros.

    “Os principais aspectos funcionais do pensamento de homem podem ser descritos ao nível de calcular com a ajuda dos modelos simbólicos do tipo de arquiteturas cognitivas. A criação do sujeito humano na maquina com base dos estes princípios e o reconhecimento deste sujeito pelas pessoas vai levar à ruptura tecnológica que influenciará todos os pontos da vida”, disse o professor da Universidade George Mason, professor do departamento da Cibernética da MEPHI Aleksei Samsonovich.

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    Tags:
    pesquisa, cérebro, MePHI, Rússia
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