00:08 24 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Brasil
    URL curta
    21210
    Nos siga no

    Encontro entre representantes da Justiça Eleitoral, da PF e das gigantes Twitter, Facebook, YouTube e Instagram aconteceu no TSE e serviu para desvendar a origem de notícias falsas e saber valores acumulados por quem as propaga.

    Nesta quinta-feira (19), o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Luis Felipe Salomão, a delegada da Polícia Federal, Denisse Ribeiro, se reuniram com representantes do Twitter, Facebook, YouTube e Instagram para falar da investigação em andamento sobre a live em que o presidente Jair Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas, segundo reportagem da Folha de São Paulo.

    O encontro no Tribunal Superior Eleitoral levou investigadores a questionarem as redes socais sobre o funcionamento das plataformas com relação à arrecadação de dinheiro com publicidade e doações.

    A investigação pretende ter acesso aos dados de interesse para a apuração dos casos investigados e viabilizar um relatório com os valores recebidos a partir da monetização das páginas e canais de apoiadores de Jair Bolsonaro.

    A pedido da PF, o TSE bloqueou o repasse de dinheiro para os canais bolsonaristas investigados. Segundo a reportagem, a PF chegou a solicitar também o bloqueio de repasse de monitorização de canais dos filhos de Bolsonaro; Carlos, Eduardo e Flávio, mas Luis Felipe Salomão negou o pedido.

    O vereador Carlos Bolsonaro (direita) com o seu irmão Flávio, senador, em cerimônia de confirmação da vitória do seu pai, Jair Bolsonaro, nas eleições de 2018
    © AP Photo / Eraldo Peres
    O vereador Carlos Bolsonaro (direita) com o seu irmão Flávio, senador, em cerimônia de confirmação da vitória do seu pai, Jair Bolsonaro, nas eleições de 2018

    Outra finalidade do encontro desta quinta-feira (19) é descobrir a origem dos conteúdos de desinformação sobre as urnas eletrônicas e como evitar o faturamento de quem espalha fake news.

    Mais:

    Lira planeja levar PEC do voto impresso ao plenário; PF diz que 'não há fraude' em urnas eletrônicas
    Em meio à polêmica do voto impresso e urnas eletrônicas, TSE cria novas medidas de transparência
    Governistas e oposição: CPI da Covid lista políticos que espalharam fake news sobre pandemia
    Tags:
    redes sociais, TSE, Twitter, valores, Facebook, Instagram, YouTube, fake news, desinformação
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar