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    COVID-19 no Brasil em meados de maio (48)
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    A Anvisa recebeu nesta quarta-feira (19) pedido para uso emergencial de vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo laboratório chinês CanSino Biologics. 

    Batizado de Convidecia, o imunizante é aplicado em apenas uma dose, sistema que facilita a logística de vacinação. 

    Por meio de nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária disse que vai se manifestar em até sete dias úteis, ou seja, até 28 de maio. A entidade informou ainda que a análise da documentação já foi iniciada. 

    "No momento, está sendo feita a triagem para verificar se todas as informações para a avaliação da Agência foram devidamente apresentadas. Os prazos para a decisão da Anvisa em relação ao pedido da CanSino foram regulamentados pela Lei 14.124, de 10 de março de 2021. A Agência deve se manifestar em até sete dias úteis, caso todos os requisitos legais tenham sido cumpridos pela empresa solicitante", afirmou a Anvisa.

    Eficácia

    A vacina da CanSino tem 65% de eficácia total contra a COVID-19, prevenindo 90% dos casos graves da doença. O imunizante usa a técnica do adenovírus humano não replicante. 

    A vacina teve uso autorizado na China em fevereiro. A aplicação emergencial recebeu o aval no Chile, Hungria, México, Moldávia e Paquistão. Não há informações de negociações do governo federal para adquirir lotes da vacina produzida pela CanSino.

    Vacinas no Brasil

    Até o momento, a Anvisa concedeu registro definitivo para dois imunizantes no Brasil, a vacina da Pfizer e a de Oxford/AstraZeneca. 

    A CoronaVac, também desenvolvida por um laboratório chinês, tem o registro emergencial. Esses são os três imunizantes sendo utilizados até o momento no país. 

    A vacina da Janssen já recebeu aval para uso emergencial, mas o governo federal ainda espera a entrega dos primeiros lotes para aplicar o imunizante. A Anvisa analisa ainda o uso emergencial da vacina russa Sputnik V. 

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    COVID-19 no Brasil em meados de maio (48)

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    Tags:
    Anvisa, Brasil, COVID-19, pandemia, novo coronavírus
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