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    Brasil enfrentando COVID-19 no início de maio de 2021 (52)
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    Nesta segunda-feira (3), o Brasil tem sete capitais com a vacinação contra a COVID-19 interrompida por falta de imunizantes para a aplicação da segunda dose.

    Conforme levantamento publicado pelo portal G1, Aracaju, Belo Horizonte, Porto Alegre, Belém, Campo Grande, Porto Velho e Recife estão sem as doses necessárias para garantir a segunda dose da vacina contra a COVID-19.

    Em relação ao dia anterior, quando oito capitais estavam com a imunização paralisada, apenas Rio de Janeiro e Fortaleza retomaram a aplicação da segunda dose. Belém entrou na lista nesta segunda-feira (3), mas já recebeu novas doses e deve divulgar o calendário de vacinação em breve.

    O general Eduardo Pazuello, em foto de 16 de dezembro de 2020, em Brasília, quando estava no comando do Ministério da Saúde
    © AP Photo / Eraldo Peres
    O general Eduardo Pazuello, em foto de 16 de dezembro de 2020, em Brasília, quando estava no comando do Ministério da Saúde

    Ainda segundo o G1, o ministro da Saúde brasileiro, Marcelo Queiroga, afirmou que a falta de doses é decorrente da orientação de seu antecessor, o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que orientou a aplicação dos estoques das vacinas para acelerar a injeção de primeiras doses na população.

    A orientação de Pazuello já foi revogada pela Saúde, mas continua impactando nos estoques. A escassez chegou a afetar municípios de 18 estados na semana passada. Segundo Queiroga, com a chegada de novos lotes da CoronaVac, a situação será normalizada.

    Conforme levantamento do consórcio dos veículos de imprensa, com base em dados das secretarias estaduais de Saúde, o Brasil vacinou um total de 31.875.681 pessoas com a primeira dose da vacina contra a COVID-19, o equivalente a 15,05% da população brasileira. Já a segunda dose foi aplicada em 15.869.985 pessoas, ou 7,49% da população.

    Tema:
    Brasil enfrentando COVID-19 no início de maio de 2021 (52)

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    Tags:
    Recife, Porto Velho, Campo Grande, Belém, Porto Alegre, Fortaleza, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Aracaju, Marcelo Queiroga, Eduardo Pazuello, Brasil, COVID-19
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