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    Situação da COVID-19 em meados de abril no Brasil (74)
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    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou por unanimidade nesta terça-feira (20) o pedido de uso emergencial de um medicamento contra a COVID-19.

    O remédio não previne a doença, mas apresentou resultados positivos para evitar o agravamento do quadro em pacientes com fatores de risco, conforme informa um comunicado emitido pela Anvisa.

    O medicamento é um coquetel que contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe (Regn-CoV2), dois remédios experimentais desenvolvidos pela farmacêutica suíça Roche.

    O uso do remédio "reduziu significativamente o número de hospitalização e morte em paciente laboratorial sintomático com um ou mais fator de risco para doença grave", disse o gerente-geral de medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes.

    O Regn-CoV2 tem administração intravenosa, é recomendado para pacientes em casos iniciais de COVID-19 e atua bloqueando a entrada do novo coronavírus na célula humana. O remédio, que também já tem aprovação para uso emergencial nos EUA, no Canadá e na Suíça, não é indicado para pacientes em estado grave.

    O uso do Regn-CoV2 é restrito a hospitais e a venda é proibida ao comércio. Este é o segundo remédio contra a COVID-19 aprovado pela Anvisa. Em março, a agência aprovou o uso do remdesivir, da farmacêutica Gilead, o primeiro registro para um medicamento com uso indicado em bula para tratamento da doença.

    Tema:
    Situação da COVID-19 em meados de abril no Brasil (74)

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    Tags:
    remédio, saúde, Brasil, COVID-19, pandemia, Anvisa, novo coronavírus
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