07:33 25 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Brasil
    URL curta
    0152
    Nos siga no

    Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram com um pedido de habeas corpus, que pretende estender o reconhecimento da parcialidade do ex-juiz Sergio Moro também para os casos do sítio de Atibaia e da sede do Instituto Lula.

    O pedido foi direcionado nesta quinta-feira (1º) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sob a justificativa de que, uma vez declarada a suspeição do ex-juiz no processo do tríplex, se faz necessária a revisão de outros processos. As informações foram publicadas pelo portal G1.

    "Torna-se imperiosa a extensão da ordem de habeas corpus às demais acusações lançadas contra o paciente [Lula] que estiveram sob a condução enviesada de Sergio Fernando Moro, decretando-se, por conseguinte, a nulidade de todos os atos pré-processuais e processuais perpetrados em tais feitos", escreveu a defesa.

    ​Segundo os advogados, os argumentos citados para declarar a parcialidade do ex-juiz também poderiam ser usados nos outros três processos.

    "Mostra-se impossível dissociar-se a suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro— já reconhecida por essa Colenda Segunda Turma desse Supremo Tribunal Federal, das outras duas ações penais", acrescenta.

    A Segunda Turma do STF declarou, por 3 votos a 2, no dia 23 de março, que Sergio Moro foi parcial na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá.

    Mais:

    Entre Lula e Bolsonaro, presidente do PSDB diz que preferiria levar tiro
    Lula recorre de decisão que manteve seus bens bloqueados
    Bolsonaristas criam hashtag contra Lula e deixam escapar medo da volta do PT à Presidência do Brasil
    Descontrole da pandemia no Brasil trava voos com insumos para vacinas, alerta Fiocruz
    Por que o Brasil, grande produtor de comida no mundo, caminha para entrar no Mapa da Fome? (VÍDEO)
    Tags:
    Luiz Inácio Lula da Silva, Brasil, Sergio Moro, Operação Lava Jato, imparcialidade, corrupção, juiz
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar