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    Situação com coronavírus no Brasil em meados de março de 2021 (116)
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    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) cobrou nesta sexta-feira (19) o laboratório brasileiro União Química para que entregue os dados sobre a Sputnik V, vacina russa contra a COVID-19.

    O prazo para a entrega dos dados complementares era de 120 dias e termina em 16 de maio. Segundo um comunicado da agência, os documentos são necessários para que a Anvisa consiga fazer análise do pedido de uso emergencial.

    "A agência reiterou, no processo protocolado pela empresa no dia 15 de janeiro, a necessidade de envio de documentação complementar para que a análise possa ser feita. A empresa União Química tem até o dia 16 de maio de 2021 para apresentar a documentação complementar", escreveu.

    A Anvisa disse, ainda, que voltou a realizar o pedido nessa quinta-feira (18).

    "Por fim, no dia 18 de março, a Anvisa reiterou no processo a necessidade de complementação da documentação. Até o momento a Anvisa não recebeu nenhuma documentação complementar que foi solicitada na exigência", completou.

    O comunicado da Anvisa ocorre poucos dias depois da notícia de que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, na sigla em inglês) dos Estados Unidos assumiu publicamente que pressionou o Brasil contra a compra do imunizante russo.

    O Ministério da Saúde brasileiro assinou, na semana passada, um contrato para a compra de dez milhões de doses da Sputnik V. A primeira remessa, de 400 mil doses, é esperada até o final de abril.

    Anteriormente, o Consórcio do Nordeste, que reúne os governadores da região brasileira, também anunciou um acordo para adquirir o imunizante russo, garantindo a compra de 39,6 milhões de doses da vacina.

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    Situação com coronavírus no Brasil em meados de março de 2021 (116)

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    Tags:
    Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, imunização, imunizante, vacinação, vacina, Sputnik V, novo coronavírus, COVID-19
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