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    Situação com coronavírus no Brasil em meados de março de 2021 (116)
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    O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez seu primeiro pronunciamento no comando do cargo nesta terça-feira (16) e afirmou que é preciso ter "união da nação" para enfrentar a "nova onda" da pandemia.

    Ao lado do general Eduardo Pazuello, o novo ministro afirmou que é necessário unir os esforços com os secretários municipais de Saúde e citou a importância das "evidências científicas" em futuras ações.

    "Temos que unir esforços com os secretários municipais de Saúde, o Brasil tem mais de 5.570 municípios [...] para que ações tratadas pelo ministro Pazuello sejam aplicadas e pôr fim a essa pandemia. No momento vivemos uma nova onda da pandemia, com muitos óbitos", afirmou Marcelo Queiroga.

    "Já conversei com a equipe para que possamos reforçar ações que já estão sendo colocadas em prática e trazer novas contribuições, sempre baseado no melhor da evidência científica. A ciência brasileira tem sido muito útil, vários artigos publicados", acrescentou.

    O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, chega ao Ministério da Saúde, em Brasília (DF), 15 de março de 2021
    © Folhapress / Raul Spinassé
    O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, chega ao Ministério da Saúde, em Brasília (DF), 15 de março de 2021

    O novo ministro também defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS) e destacou a necessidade da população usar máscaras para impedir a disseminação do coronavírus.

    "A vocês eu peço uma oportunidade para construir um futuro melhor para a saúde pública do Brasil, levar uma palavra de alento para as famílias que perderam seus entes queridos vítimas dessa doença miserável e outras que também afetam a população brasileira. Informar a população para que utilizem máscara, são medidas simples para bloquear o vírus, lavar as mãos. Vocês sabem disso, mas só para reafirmar", completou.

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