18:53 12 Maio 2021
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    Situação com coronavírus no Brasil em meados de março de 2021 (116)
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    No acumulado dos últimos 12 meses, dentro do período de influência da pandemia da COVID-19, os preços dos alimentos subiram 15% no Brasil, enquanto a inflação subiu 5,2%.

    Nesta quinta-feira (11), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou a primeira atualização do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) compreendendo um período de 12 meses sob impacto da pandemia, declarada oficialmente em 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O IPCA costuma ser usado para apontar a inflação.

    Esse mesmo índice, pressionado pelas altas da gasolina, fechou fevereiro com alta de 0,86%, a maior alta para o período desde 2016. Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que se refere às famílias com renda entre um e cinco salários mínimos, subiu 6,22% no período.

    Em relação aos alimentos, a alta acumulada em 12 meses foi a maior desde janeiro de 2017, segundo publicou o IBGE, com avanço de 15%. Entre os alimentos com maior aumento no período estão o óleo de soja, com alta de 87,99%, o arroz, que subiu 69,80% e a batata, cujo preço subiu 47,84%, conforme aponta o jornal Folha de São Paulo.

    Inflação prévia
    Wilson Dias/Agência Brasil
    Inflação prévia

    A gasolina, com forte impacto no IPCA, acumula alta de 27,98% desde meados do ano passado, quando o preço do petróleo voltou a subir, após cair no início da crise sanitária.

    Conforme a última projeção do relatório de mercado do Banco Central, o boletim Focus, a expectativa é de que o IPCA feche o ano de 2021 em 3,98%. A atual meta do Banco Central é de 5,25% para a inflação de 2021.

    Tema:
    Situação com coronavírus no Brasil em meados de março de 2021 (116)

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    Tags:
    Boletim Focus, Banco Central, IPCA, IBGE, Brasil, COVID-19
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