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    Situação com coronavírus no Brasil em meados de março de 2021 (116)
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    Nesta quinta-feira (11), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que a compra de vacinas contra a COVID-19 deve ser prioridade do governo.

    Durante aula magna do Centro Universitário de Brasília (Ceub), ministrada pela pesquisadora Margareth Pretti Dalcomo, Lewandowski também comentou decisões recentes da corte que contribuíram para a aquisição de imunizantes.

    Para o ministro, a sociedade espera das autoridades um "verdadeiro esforço de guerra" para a compra de doses contra o novo coronavírus.

    "Isso não é nenhum favor porque a constituição diz que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado. E hoje é um dever prioritário", afirmou o ministro.
    Enfermeira aplica dose da CoronaVac, vacina contra a COVID-19, em idoso em São Gonçalo, no Rio de Janeiro
    © REUTERS / Ricardo Moraes
    Enfermeira aplica dose da CoronaVac, vacina contra a COVID-19, em idoso em São Gonçalo, no Rio de Janeiro

    Lewandowski disse ainda que as decisões do Supremo sobre o tema foram importantes para acabar com "um certo marasmo" do governo federal e das entidades federadas.

    O STF decidiu, no dia 17 de dezembro, por exemplo, que a vacina contra a COVID-19 deveria ser obrigatória no país.

    A discussão virtual também contou com a participação do ex-ministro do STF Carlos Ayres Britto, que afirmou que "governantes não podem andar de costas para a constituição" e que "saúde é prioridade das prioridades".

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    Situação com coronavírus no Brasil em meados de março de 2021 (116)

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    Tags:
    pandemia, novo coronavírus, COVID-19, imunizante, vacinação, vacina, Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski
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