17:29 19 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Brasil
    URL curta
    Brasil e COVID-19 em meados de fevereiro de 2021 (80)
    0 30
    Nos siga no

    Com a vacinação em marcha lenta no Brasil, o Instituto Butantan deverá entregar 426 mil doses da CoronaVac para o governo federal distribuir aos estados na próxima terça-feira (23). 

    Nos oito dias seguintes, o total de doses fornecido será de 3,4 milhões. A entrega será importante para que cidades onde a imunização foi interrompida ou restringida, como Rio de Janeiro, Salvador e Cuiabá, possam voltar com a campanha de vacinação.

    "O Butantan vai entregar a partir da próxima terça-feira [23] um total de 3,4 milhões de doses da vacina para o Ministério da Saúde. Uma média de 426 mil doses por dia. A nossa orientação é agilizar todos os processos para permitir que as vacinas cheguem o mais rapidamente para todos os brasileiros", disse o governador de São Paulo, João Doria, nesta quarta-feira (17), segundo o portal G1. 

    Na segunda-feira (15), o Ministério da Saúde assinou contrato com o Butantan para aquisição de 54 milhões de doses da CoronaVac. De acordo com Doria, a entrega do lote completo será antecipado em um mês. Antes, a previsão de fornecimento era em setembro. Agora, a remessa final deverá ser disponibilizada no final de agosto. 

    Acordo anterior previa a entrega de 46 milhões de doses do imunizante, levando total de doses compradas pelo governo federal a 100 milhões. 

    "O Butantan está trabalhando 24 horas, sete dias [por semana], para produzir vacinas que estão imunizando os brasileiros. Quero mencionar que nove em cada dez brasileiros estão sendo vacinados com a vacina do Butantan. Agora conseguimos, graças ao trabalho do Butantan, antecipar em um mês a entrega das vacinas para o Ministério da Saúde", acrescentou o governador. 

    Problema de matéria-prima resolvido

    Segundo o diretor do Instituto Butantan, entidade responsável pela produção da CoronaVac no Brasil, não há mais problemas de falta de insumos para fabricação do imunizante contra a COVID-19. 

    "Mas não paramos, isso é só a primeira entrega que é parte do contrato. Continuamos e espero não parar mais porque não temos mais problema de matéria-prima. Nós devemos escalar essa produção e a partir de abril possivelmente vamos dobrar essa produção", disse ele. 

    Tema:
    Brasil e COVID-19 em meados de fevereiro de 2021 (80)

    Mais:

    Bahrein começa a administrar Sputnik V em campanha de vacinação
    Vacinação começa amanhã na Venezuela com Sputnik V, anuncia Maduro
    Cientistas investigam se COVID-19 pode contribuir para surgimento de diabete
    Tags:
    Rio de Janeiro, Salvador, Cuiabá, São Paulo, Instituto Butantan, João Doria, COVID-19, pandemia, novo coronavírus, Vacina CoronaVac
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar