18:22 06 Maio 2021
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    Brasil e COVID-19 em meados de fevereiro de 2021 (80)
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    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou hoje (14) que vai vistoriar as fábricas de dois imunizantes contra a COVID-19: a Sputnik V e a Covaxin.

    Apesar da falta de vacinas no país, nenhum dos imunizantes podem ser aplicados no Brasil. Os laboratórios responsáveis ainda não solicitaram o aval para uso emergencial ou registro definitivo, uma exigência da Anvisa.

    Porém, com a visita, eles esperam obter o CBPF (Certificado de Boas Práticas de Fabricação), documento que atesta que o local certificado cumpre as recomendações e normas da agência reguladora.

    As instalações que serão visitadas estão localizadas na Índia (Covaxin) e em Guarulhos (Sputnik V), em São Paulo, escreve o portal UOL.

    Funcionários da União Química trabalham em produção-piloto dos insumos da vacina russa contra a COVID-19, Sputnik V, em Brasília, 25 de janeiro de 2021
    © AP Photo / Eraldo Peres
    Funcionários da União Química trabalham em produção-piloto dos insumos da vacina russa contra a COVID-19, Sputnik V, em Brasília, 25 de janeiro de 2021
    A Anvisa ainda disse que, entre 8 e 12 de março, vai vistoriar a fábrica da União Química em Guarulhos, na grande São Paulo. A União Química é o parceiro brasileiro do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, da Rússia, na produção da Sputnik V.

    Segundo a Anvisa, a Bharat Biotech e a Precisa Farmacêutica – que desenvolvem a Covaxin – se preparam para apresentar à agência as informações necessárias para o pedido de estudo clínico da fase três. A visita à fábrica do imunizante será "nos primeiros dias de março", informou a agência.

    Até o momento, só duas vacinas estão sendo aplicadas no país: a CoronaVac, desenvolvida pela Sinovac e distribuída no Brasil pelo Instituto Butantan, e o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, que será produzido no Brasil pela Fiocruz.

    Ambas têm autorização para uso emergencial.

    Funcionários do Butantan trabalham no combate à COVID-19, em 12 de janeiro de 2021
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Funcionários do Butantan trabalham no combate à COVID-19, em 12 de janeiro de 2021

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    Brasil e COVID-19 em meados de fevereiro de 2021 (80)

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    Tags:
    Brasil, COVID-19, vacinação, fábricas, Sputnik V, Índia, Anvisa, Rússia
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