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    Brasil contra coronavírus no início de fevereiro de 2021 (64)
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    A expectativa era de que o país recebesse mais de dez milhões de doses até o meio do ano. Contudo, no novo cronograma da COVAX Facility, a estimativa é de 1,6 milhão de doses no primeiro trimestre e de mais seis milhões nos três meses seguintes.

    A chegada de três milhões de doses da vacina da Oxford/AstraZeneca no Brasil será adiada para o segundo semestre de 2021, informou o consórcio internacional COVAX Facility em documento publicado nesta quarta-feira (3).

    A estimativa agora é que o país receba apenas 1,6 milhão de doses no primeiro trimestre e seis milhões nos três meses seguintes, entre abril e junho. Até então, a previsão era de que o Brasil recebesse 10.672.800 de doses até o meio do ano.

    A COVAX Facility, programa mundial para impulsionar o desenvolvimento de vacinas contra a COVID-19, ressaltou que não estão descartados novos cortes ou adiamento de prazos.

    Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello em lançamento das Ações em Saúde em Defesa da Vida na Universidade Unichristus, Fortaleza, Brasil, 11 de setembro de 2020
    © Folhapress / Caio Rocha
    Ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello em lançamento das Ações em Saúde em Defesa da Vida na Universidade Unichristus, Fortaleza, Brasil, 11 de setembro de 2020

    No último sábado (30), o Ministério da Saúde do país anunciou que esperava receber entre dez e 14 milhões de doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca.

    Para ser distribuído pelo consórcio, porém, o produto precisa de autorização do departamento de vacinas da Organização Mundial da Saúde (OMS), algo que só deverá ocorrer com a AstraZeneca a partir da segunda metade de fevereiro, de acordo com o balanço mais recente da entidade.

    A chegada dos imunizantes depende ainda de exigências burocráticas envolvendo a transferência do consórcio para os países envolvidos, da capacidade de produção e da oferta de transporte. As vacinas que a COVAX enviará ao Brasil virão da Coreia do Sul.

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    Tags:
    imunizante, Ministério da Saúde, vacinação, vacina, Universidade de Oxford, pandemia, novo coronavírus, COVID-19
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