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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)
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    O objetivo é evitar perda de imunizante, com um frasco de dez doses, como os que estão sendo disponibilizados, podendo render até 12 doses. O país, por enquanto, tem pouco mais de 1,5 milhão de pessoas vacinadas.

    O Instituto Butantan está aconselhando as prefeituras brasileiras a utilizarem uma agulha mais fina para a vacinação contra a COVID-19. A sugestão do centro de pesquisa é substituir as de três milímetros pelas de um milímetro quando possível, conforme informação da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

    A ideia é não desperdiçar vacina. Isso porque as agulhas mais finas podem evitar a perda do líquido na hora da aplicação da Coronavac.

    Assim, um frasco com dez doses, por exemplo, como os que estão sendo disponibilizados, poderiam render até 12 doses.

    Enfermeira segura dose de vacina chinesa CoronaVac antes de aplicar imunizante em voluntário no Instituto Emílio Ribas, em São Paulo
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Enfermeira segura dose de vacina chinesa CoronaVac antes de aplicar imunizante em voluntário no Instituto Emílio Ribas, em São Paulo

    A Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac, está sendo fabricada no Brasil pelo Butantan.

    Até esta quinta-feira (28), o país vacinou pouco mais de 1,5 milhão de pessoas, de acordo com dados divulgados pela mídia brasileira colhidos junto às secretarias estaduais de Saúde.

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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)

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    Tags:
    imunizante, vacina, vacinação, Instituto Butantan, COVID-19, pandemia, novo coronavírus, Vacina CoronaVac
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