01:24 07 Março 2021
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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)
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    O Ministério da Saúde do Brasil declarou nesta quinta-feira (28) que não existe evidência científica que comprove que a ampliação do intervalo entre a aplicação da primeira e da segunda dose das vacinas contra a COVID-19 pode oferecer proteção necessária para a população.

    A manifestação da pasta enviada ao portal G1 ocorre após o governo de São Paulo ter pedido nesta quarta-feira (27) para usar todas as doses da CoronaVac disponíveis na primeira dose, sem reservar a metade para a segunda.

    O objetivo, segundo o governo paulista, seria garantir a imunização de profissionais da saúde enquanto o país enfrenta escassez de doses.

    Ao portal, o Ministério da Saúde não respondeu diretamente sobre a solicitação de São Paulo, mas ressaltou que "é imprescindível que todas as unidades de saúde da Federação cumpram as diretrizes para que o país tenha doses suficientes para imunizar, com as duas doses previstas, este primeiro ciclo da campanha de vacinação - e garanta, desta forma, uma imunização eficaz no país".

    "É importante ressaltar que as recomendações têm como base os estudos clínicos da fase 3 do imunizante, que indicam que o intervalo entre a primeira e a segunda dose deve ser de duas a quatro semanas. Não há, até o momento, evidências científicas de que a ampliação desse intervalo irá oferecer a proteção necessária à população", afirmou o Ministério da Saúde.

    Segundo o Vacinômetro do governo de São Paulo, já foram vacinadas mais de 306 mil pessoas no estado.

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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)

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    São Paulo, pandemia, novo coronavírus, imunizante, imunização, Vacina CoronaVac, vacinação, vacina, Brasil, COVID-19
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