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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)
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    A farmacêutica soltou um comunicado após o governo federal brasileiro ter dado aval para empresas privadas adquirirem um lote de 33 milhões de doses do imunizante. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro comemorou a possibilidade.

    A AstraZeneca negou, nesta terça-feira (26), que disponibilizará vacinas para o setor privado. A empresa informou que não há esta possibilidade ao ressaltar que está comprometida com o interesse público mundial no combate à pandemia de COVID-19.

    "Nos últimos sete meses, trabalhamos incansavelmente para cumprir o nosso compromisso de acesso amplo e equitativo no fornecimento da vacina para o maior número possível de países ao redor do mundo", afirma a nota da AstraZeneca, conforme publicado pela Folha de S.Paulo.

    A farmacêutica apresentou o comunicado após o governo federal ter dado aval para empresas privadas brasileiras adquirirem um lote de 33 milhões de doses de vacina. Mais cedo nesta terça-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou a informação, comemorando a possibilidade do negócio em um evento do Credit Suisse.

    "Semana passada fomos procurados por um representante de empresários e assinamos uma carta de intenção favorável a isso para que 33 milhões de doses da Oxford viessem do Reino Unido para o Brasil a custo zero para o governo, e metade dessas doses, 16,5 milhões, entrariam para o SUS e estariam então no PNI [Plano Nacional de Imunização], seguindo os critérios. E o restante ficaria para esses empresários para que fossem vacinados os seus empregados, para que a economia não parasse", disse Bolsonaro.
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto, Brasília, 12 de janeiro de 2021
    © AFP 2021 / Sergio Lima
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto, Brasília, 12 de janeiro de 2021

    Contudo, a nota da AstraZeneca diz que, neste momento, as doses da vacina só estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais em todo o mundo.

    A empresa completa garantindo não ser "possível disponibilizar vacinas para o mercado privado".

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    Tags:
    Reino Unido, Brasil, imunizante, vacina, Jair Bolsonaro, pandemia, novo coronavírus, COVID-19
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