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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)
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    Empresas privadas do Brasil negociam com o Ministério da Saúde a compra de 33 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca, segundo matéria publicada pela Folha de São Paulo na noite deste domingo (24).

    O acordo em andamento prevê que metade das doses ficará com o Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto a outra metade seria destinada aos funcionários e familiares das empresas.

    De acordo com a matéria da Folha, ao menos 12 grandes companhias fazem parte do grupo que está em tratativa com o governo: Vale, Gerdau, JBS, OI, Vivo, Ambev, Petrobrás, Santander, Itaú, Claro, Whirlpool e ADN Liga. O grupo ainda tenta a adesão de mais empresas.

    Cada companhia receberia uma parcela proporcional ao valor que investir na compra. O objetivo das companhias é imunizar seus funcionários para manter as atividades em funcionamento. O interesse na compra teria crescido após a demora e as dificuldades enfrentadas pelo governo federal na compra dos imunizantes.

    Em uma vacinação simbólica, a Fiocruz imunizou três profissionais de saúde com as vacinas da AstraZeneca importadas da Índia. Foto tirada no Rio de Janeiro, no dia 23 de janeiro de 2021.
    Em uma vacinação simbólica, a Fiocruz imunizou três profissionais de saúde com as vacinas da AstraZeneca importadas da Índia

    Até o momento, três lotes de vacinas receberam o aval do governo federal para a imunização da população. Neste sábado (25), a Fundação Oswaldo Cruz deu início à aplicação das duas milhões de vacinas de Oxford/AstraZeneca importadas da Índia.

    Já a CoronaVac teve dois lotes liberados pelo Ministério da Saúde: o primeiro no dia 17 de janeiro, e o segundo na última sexta-feira (22). Juntos, os dois lotes totalizam 10,8 milhões de vacinas.

    Tema:
    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)

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    Tags:
    Vacina CoronaVac, empresas, Ministério da Saúde, vacina, saúde, novo coronavírus, pandemia, COVID-19
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