05:59 06 Março 2021
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    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)
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    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deu início à vacinação com as vacinas da AstraZeneca importadas da Índia na tarde deste sábado (23), no Rio de Janeiro.

    A vacinação simbólica de três profissionais de saúde aconteceu horas depois do desembarque das duas milhões de doses da vacina da AstraZeneca no Rio.

    Na mesma cerimônia, a Fiocruz liberou ao Ministério da Saúde as duas milhões de doses da vacina. A pasta distribuirá o imunizante para os estados brasileiros.

    "Neste momento, o ministro está indo para Manaus, levando 5% dessas duas milhões de doses, de modo a atender a população idosa de mais de 70 anos", disse a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

    Após chegarem à Fiocruz na madrugada deste sábado (23), as vacinas passaram por conferência e avaliação de temperatura para verificar se estavam em perfeitas condições, após o trajeto da longa viagem vindo da Índia.

    Pela manhã, a Fiocruz etiquetou quatro mil caixas, conferindo aos carregamentos informações como lote, fabricação, validade e temperatura. Cada caixa contém 50 frascos e 500 doses da vacina. 

    "Hoje é um dia especial. Esta vacina se soma ao esforço de vacinação de grupos prioritários, iniciado na última segunda-feira (18) em todo o território brasileiro. As instalações da Biomanguinhos representam muito mais esperança: está previsto o início da produção, nas próximas semanas, de 200 milhões de doses da vacina até o final de 2021", disse Maurício Zuma, diretor da Biomanguinhos (unidade técnico-científica da Fiocruz).

    O planejamento da Fiocruz é produzir 100,4 milhões de vacinas a partir do IFA (sigla para ingrediente farmacêutico ativo) importado da China no primeiro semestre. No segundo semestre, a meta é entregar mais 110 milhões de vacinas a partir do insumo produzido nacionalmente.

    Tema:
    Brasil lidando contra COVID-19 no final de janeiro de 2021 (92)

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    Tags:
    Ministério da Saúde, novo coronavírus, pandemia, vacina, rio de janeiro, Fiocruz, Brasil, COVID-19
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