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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)
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    Neste domingo (10), o governador de São Paulo, João Doria, foi às redes sociais cobrar celeridade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no processo de aprovação emergencial da CoronaVac.

    Na sexta-feira (8), o pedido de emergência para aprovação do imunizante foi enviado à agência, que informou no dia seguinte que a documentação estaria incompleta.

    No apelo à Anvisa, Doria enfatizou que o Brasil tem registrado mais de mil óbitos diários por COVID-19.

    ​Conforme publicou o portal G1, a Anvisa afirmou que está em contato com o Instituto Butantan para determinar os prazos para apresentação dos dados que estão em falta. No sábado (9), membros dos dois órgãos realizaram pelo menos duas reuniões para discutir a questão.

    A CoronaVac é uma vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, que tem sede em São Paulo. Na quinta-feira (7), o Butantan divulgou que a vacina teve eficácia de 78% nos testes realizados no Brasil. A vacina vem sendo fruto de disputa política entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador João Doria. Apesar do embate, o governo federal ainda não tem uma data para o início da vacinação no país.

    Neste domingo (10), o Brasil registrou uma média móvel de óbitos diários de 1.016 mortes, o pior resultado desde o dia 11 de agosto de 2020. Conforme dados da Universidade Johns Hopkins, o país é o segundo em todo o mundo em número absoluto de mortes, com 203.140 óbitos causados pela doença.

    Tema:
    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)

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    Tags:
    Anvisa, Brasil, Jair Bolsonaro, João Doria, COVID-19
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