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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)
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    O Ministério da Saúde informou neste sábado (9) que fechou um acordo com o Instituto Butantan, de São Paulo, para distribuir as vacinas contra a COVID-19 com exclusividade para todos os estados, simultaneamente, através do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Segundo a pasta, a campanha de imunização contra o novo coronavírus no Brasil deve começar "tão logo os imunizantes recebam autorização da Anvisa".

    "Assim, brasileiros de todo o país receberão a vacina simultaneamente, dentro da logística integrada e tripartite, feita pelo Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde", escreveu o ministério, em nota.

    O Butantan fez nesta sexta-feira (8) o pedido para uso emergencial da vacina CoronaVac à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O imunizante é fabricado pelo instituto em parceria com o laboratório chinês Sinovac. As informações foram publicadas pelo portal UOL.

    O prazo de análise para esse tipo de solicitação pela Anvisa é de no máximo dez dias.

    ​Segundo a nota do Ministério da Saúde, as vacinas serão distribuídas proporcionalmente à população dos estados, que coordenarão a distribuição entre os municípios.

    A pasta ainda informou que uma reunião entre o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, com representantes de Conass (Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais) e Conasems (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde) deve ocorrer nos próximos dias.

    O objetivo do encontro é fazer um detalhamento dos próximos passos da logística e calendário da campanha.

    Tema:
    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)

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    Tags:
    imunizante, imunização, imunidade, pandemia, novo coronavírus, Instituto Butantan, vacinação, Vacina CoronaVac, vacina, Ministério da Saúde, Brasil, COVID-19
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