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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)
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    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pediu nesta sexta-feira (8) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o uso emergencial da vacina contra a COVID-19 desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford.

    Este é o segundo pedido recebido pela agência para o uso emergencial de uma vacina contra a COVID-19. O primeiro foi feito pelo Instituto Butantan, que vai produzir, no Brasil, a vacina CoronaVac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac.

    No último sábado (2), a Anvisa concedeu aprovação ao pedido feito pela Fiocruz para importação de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. As informações foram publicadas pelo portal G1.

    Logo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)
    © REUTERS / Stefan Wermuth
    Logo da companhia farmacêutica britânica AstraZeneca (arquivo)

    Segundo a Anvisa, a análise do pedido de uso emergencial pode durar até dez dias.

    A autorização para uso emergencial pela Anvisa só vale para o período de pandemia e segue o modelo que está sendo adotado em autorizações do tipo em outros países como o Reino Unido, Estados Unidos e Canadá.

    Se houver interesse, pode-se pedir a autorização para uso definitivo, ou seja, para além do período da pandemia. O prazo para esse tipo de concessão, de acordo com a Anvisa, pode levar até 60 dias.

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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)

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    Tags:
    imunizante, imunização, imunidade, vacinação, vacina, pandemia, Anvisa, novo coronavírus, Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, Brasil, COVID-19
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