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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)
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    O Instituto Butantan formalizou oficialmente o pedido de uso emergencial da vacina CoronaVac à Anvisa.

    O pedido foi protocolado na Agência Nacional de Vigilância Sanitária na manhã desta sexta-feira (8). A CoronaVac é produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. 

    O órgão regulatório confirmou ter recebido o pedido, segundo a CNN Brasil. Agora, a Anvisa tem 10 dias para fazer a análise de dados e responder a solicitação. 

    Nesta quinta-feira (7), o governo do estado de São Paulo anunciou que a CoronaVac apresentou eficácia de 78% em casos leves da COVID-19. Para casos moderados e graves, a eficácia foi de 100%. 

    A expectativa do governo estadual é iniciar a vacinação em São Paulo no dia 25 de janeiro. Na coletiva em que os dados foram apresentados, o governo paulista informou que o pedido para uso emergencial já tinha sido feito à Anvisa. A agência, no entanto, afirmou que faltavam alguns procedimentos para a solicitação ser oficializada. 

    Pazuello anuncia acordo de compra

    Após resistência do governo federal, o Ministério da Saúde incluiu o imunizante em seu Plano Nacional de Imunização. O chefe da pasta, Eduardo Pazuello, anunciou na quinta-feira (7) a assinatura de contrato com o Butantan para compra de 100 milhões de doses da vacina CoronaVac. O acordo prevê 46 milhões de doses até abril e outros 54 milhões até o fim do ano.

    O governo federal ainda não definiu uma data para início da imunização no país.

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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)

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    Tags:
    Anvisa, COVID-19, China, Vacina CoronaVac, novo coronavírus, pandemia, Ministério da Saúde, Brasil, São Paulo
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