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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)
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    O Instituto Butantan enviou nesta quinta-feira (7) o pedido para uso emergencial da CoronaVac para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    O imunizante contra a COVID-19, produzido pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Butantan, teve eficácia de 78% na terceira fase de testes no Brasil.

    Segundo a Anvisa, a análise do pedido de uso emergencial pode durar até dez dias. As informações foram publicadas pelo portal G1.

    A autorização para uso emergencial pela Anvisa só vale para o período de pandemia e segue o modelo que está sendo adotado em autorizações do tipo em outros países como o Reino Unido, Estados Unidos e Canadá.

    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o presidente do Butantan, Dimas Covas, e o secretário de Saúde do Estado, Jean Gorinchteyn, durante a chegada de mais um lote de 1,9 milhões de doses da vacina Coronavac no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.
    © Folhapress / Suamy Beydoun/Agif
    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), o presidente do Butantan, Dimas Covas, e o secretário de Saúde do Estado, Jean Gorinchteyn, durante a chegada de mais um lote de 1,9 milhões de doses da vacina Coronavac no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Se houver interesse, pode-se pedir a autorização para uso definitivo, ou seja, para além do período da pandemia. O prazo para esse tipo de concessão, de acordo com a Anvisa, pode levar até 60 dias.

    A eficácia atingida nos estudos da CoronaVac se aplica à prevenção de casos leves da doença. Casos moderados e mortes foram completamente evitados.

    Para uma vacina ser aprovada pela Anvisa, ela precisa atingir ao menos 50% de cobertura.

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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)

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    Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Instituto Butantan, Brasil, imunização, imunizante, imunidade, Vacina CoronaVac, vacinação, vacina, novo coronavírus, COVID-19
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