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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)
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    A vacina CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, teve uma eficácia de 78% nos estudos finais realizados no Brasil.

    Os dados do estudo estão apresentados para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em reunião nesta quinta-feira (7) e foram divulgados pelo jornal Folha de S.Paulo.

    A eficácia atingida nos estudos se aplica à prevenção de casos leves da doença. Casos moderados e mortes foram completamente evitados.

    Os dados levados à Anvisa foram revisados pelo Comitê Internacional Independente, na Áustria.

    Funcionários inspecionam local de produção da vacinas CoronaVac e SinoVac
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Funcionários inspecionam local de produção da vacinas CoronaVac e SinoVac

    Segundo o jornal, o Instituto Butantan pode fazer o pedido de registro emergencial do imunizante já nesta quinta-feira (7).

    Desde o dia 20 de julho, 13 mil profissionais de saúde voluntários em oito estados brasileiros receberam duas doses da CoronaVac ou de um placebo, com 14 dias de intervalo entre elas.

    Dos que receberam doses da vacina, cerca de 220 foram infectados pelo SARS-CoV-2. O Butantan deve conceder uma entrevista coletiva para detalhar os números do estudo.

    Para uma vacina ser aprovada pela Anvisa, ela precisa atingir ao menos 50% de cobertura.

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    pandemia, imunização, imunizante, imunidade, Brasil, Vacina CoronaVac, vacinação, vacina, novo coronavírus, COVID-19
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