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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)
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    Cobrança máxima do Imposto sobre Operações Financeiras será de 3% ao ano para pessoa jurídica e de 6% para pessoa física. Tributo estava suspenso até 31 de dezembro.

    A partir desta sexta-feira (1º) está valendo novamente a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para operações de crédito, informou o site G1. Isso significa que o custo do empréstimo será mais caro em 2021. 

    A alíquota do tributo permaneceu suspensa até 31 de dezembro por uma decisão do governo como estímulo para combater o efeito do novo coronavírus na atividade econômica.

    A cobrança máxima do tributo é de 3% ao ano para pessoa jurídica e de 6% para pessoa física.

    "A cobrança da alíquota é limitada aos primeiros 365 dias do contrato. Caso contrário, financiamentos imobiliários seriam impagáveis", explicou o advogado tributarista Marcos Lázaro, do escritório Franco Advogados.

    A primeira redução da alíquota do IOF aconteceu em abril. O custo da medida foi de R$ 7 bilhões, segundo a equipe econômica. Inicialmente, a cobrança ficaria suspensa por 90 dias.

    Em outubro, o presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória prorrogando o IOF com custo zero para as operações de crédito até 31 de dezembro de 2020.

    Em novembro, no entanto, a cobrança do tributo voltou a valer como forma de compensar a isenção dada nas contas de luz dos moradores do Amapá afetados por três semanas de apagão elétrico.

    Em dezembro, um novo decreto de Bolsonaro voltou a zerar a cobrança do IOF.

    IOF zerado

    Com IOF zerado e juros em queda, os últimos meses viram uma forte expansão do crédito no país. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os bancos concederam R$ 2,6 trilhões em crédito no período de março a outubro, incluindo novas operações, renovações e prorrogações de contratos.

    De acordo com o Banco Central, o volume total do crédito oferecido pelos bancos cresceu 1,9% em setembro para R$ 3,809 trilhões. Em doze meses, o crescimento do volume total do crédito bancário acelerou de 12,2% para 13,1%.

    Já o financiamento de imóveis disparou. Foram R$ 13,9 bilhões em outubro de 2020, um aumento de 84% em relação ao mesmo mês de 2019. Desde o início do ano, foram financiados mais de 320 mil imóveis, somando R$ 92,67 bilhões.

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    Coronavírus no Brasil no início de janeiro de 2021 (57)

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    Tags:
    novo coronavírus, Amapá, Banco Central, Febraban, Jair Bolsonaro, IOF
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