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    COVID-19 e Brasil em meados de dezembro (59)
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    7.163.912 brasileiros tiveram ou têm o novo coronavírus. Média móvel de mortes no país nos últimos sete dias foi de 748 óbitos com variação 29% maior em duas semanas.

    O Brasil, segundo país no mundo mais atingido pela COVID-19, ultrapassou as 185 mil mortes. Nas últimas 24 horas, foram registrados 811 falecimentos e 52.835 casos do novo coronavírus, segundo dados das secretarias estaduais de saúde, informou o site G1 na sexta-feira (18).

    São 185.687 óbitos desde o começo da pandemia em março. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos sete dias foi de 748. A variação chegou a 29% a mais em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta de vítimas fatais pela doença.

    Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 7.163.912 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus. A média móvel nos últimos sete dias foi de 46 mil novos diagnósticos diários. Isso representa uma variação de 14% a mais em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

    Em alta

    Das 27 unidades da federação, 17 estados e o Distrito Federal apresentaram alta na média móvel de mortes: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina (todos da Região Sul), Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Roraima, Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe.

    O estado do Amapá foi o único a não divulgar os dados. O Maranhão foi o único em queda.

    E em estabilidade, houve apenas sete estados: Espírito Santo, Acre, Amazonas, Roraima, Tocantins, Pernambuco e Piauí.

    Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos sete dias até essa sexta-feira (18) em relação à média registrada duas semanas atrás.

    Segundo a Universidade Johns Hopkins, o Brasil só perde em vítimas da COVID-19 para os Estados Unidos que têm 17,390 milhões de casos e quase 313 mil mortos.

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    COVID-19 e Brasil em meados de dezembro (59)

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    Tags:
    Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, Brasil, novo coronavírus, COVID-19
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