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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)
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    O lote inclui 600 litros de produto, do qual será possível criar até um milhão de doses para tratar paciente infectados pelo novo coronavírus.

    Para receber o medicamento, na manhã desta quinta-feira (3), o governador de SP, João Doria, deslocou-se ao Aeroporto de Guarulhos.

    O lote de insumos foi produzido pelo laboratório chinês Sinovac, em colaboração com o Instituto Butantan. Atualmente, a vacina está na fase final de testes e espera a luz verde da Anvisa.

    Para receber a matéria-prima no aeroporto, além de João Doria, esteve o diretor do Instituo Butantan, Dimas Covas e o secretário de Saúde do estado, Jean Gorinchteyn.

    "Viemos receber aqui mais um lote da vacina CoronaVac, da vacina do Butantan, a vacina que vai salvar a vida de milhões brasileiros. Hoje recebemos insumos para um milhão de doses da vacina. Somados aos 20 mil que já recebemos, agora temos um milhão e 120 mil doses da vacina", disse Doria.

    De acordo com o governador, até o início do próximo ano, o governo planeja receber mais de 46 milhões de doses previstas. 

    "Até o final deste mês de dezembro, estaremos aqui recebendo no Aeroporto de Guarulhos mais seis milhões de doses da vacina, totalizando sete milhões 120 mil doses da vacina", ressaltou.

    "E no próximo mês de janeiro, até o dia 15 de janeiro, mais 40 milhões de doses da vacina. A vacina do Butantan, a vacina que salva vidas", concluiu governador.

    Os insumos são o "material" necessário para completar a elaboração da vacina da CoronaVac no país. O Instituo Butantan será encarregado por concluir a fase final da fabricação da vacina, escreve G1.

    Este já é o segundo fornecimento do laboratório chinês ao governo de São Paulo. Em meados de novembro, foram recebidas 120 mil doses de vacinas prontas.

    Tema:
    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)

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    Tags:
    João Doria, COVID-19, São Paulo, China, Vacina CoronaVac
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