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    Brasil combatendo coronavírus no fim de novembro (45)
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    Em anúncio feito 24 horas após a eleição para prefeito da capital do estado, seis regiões que estavam na fase verde retornam à amarela. Taxa de internação em São Paulo é preocupante, e em algumas regiões, compatível com fase laranja, ainda mais restritiva.

    Governador de São Paulo, João Dória confirmou na tarde desta segunda-feira (30) que o estado mais populoso do Brasil retorna à fase amarela do plano de flexibilização econômica. As informações foram confirmadas pelo portal G1.

    "Com o claro aumento da instabilidade da pandemia, o governo de São Paulo e o centro de contingência da COVID-19 decidiram que 100% do estado vai retornar para a fase amarela do Plano São Paulo. Essa medida, quero deixar claro, não fecha comércio, nem bares, nem restaurantes. A fase amarela não fecha atividades econômicas, mas é mais restritiva nas medidas para evitar aglomerações e o aumento do contágio", disse o governador.

    No último dia 26, João Doria havia dito que poderia impor restrições à população diante de um aumento dos casos de coronavírus. "Se tivermos em São Paulo que regredir para garantir a vida e a saúde das pessoas, nós o faremos", afirmou na ocasião.

    ​Com a medida anunciada nesta segunda-feira (30), seis regiões que estavam na fase verde, a menos restritiva, entre elas a capital paulista, regridem e devem voltar a reduzir o funcionamento de comércios e serviços. As demais 11 regiões, que já estavam na fase amarela, não avançam e seguem no mesmo estágio.

    Atualmente, de acordo com os dados do governo, a cidade de São Paulo e alguns municípios do estado apresentam índices compatíveis com medidas ainda mais restritivas, como a fase laranja do plano de emergência.

    Entenda as mudanças

    Academias de esporte de todas as modalidades e centros de ginástica terão capacidade de ocupação máxima limitada de 60% para 30%, além de horário reduzido: de 12 horas para 10 horas. Aulas e práticas em grupo serão suspensas.

    Em São Paulo, moradores da favela de Paraisópolis recebem mil cestas básicas em ação organizada pelo grupo G10 das favelas contra efeitos sociais da pandemia da COVID-19, em 22 de outubro de 2020
    © Folhapress / Alice Vergueiro
    Em São Paulo, moradores da favela de Paraisópolis recebem mil cestas básicas em ação organizada pelo grupo G10 das favelas contra efeitos sociais da pandemia da COVID-19, em 22 de outubro de 2020
    Shopping centers, galerias, comércio e serviços passam de 60% para 40% da capacidade. O horário de funcionamento também vai ser reduzido de 12 horas para 10 horas por dia.

    Restaurantes ou bares devem funcionar somente ao ar livre ou em áreas arejadas. Já salões e barbearias também devem se adaptar para receber 40% em suas respectivas instalações. Eventos, convenções e atividades culturais com público em pé voltam a ser proibidos.

    Aumento nos casos de COVID-19

    Na semana passada, o governo de São Paulo admitiu que as internações por COVID-19 apresentaram alta pela segunda semana seguida. Houve um aumento de 17% nas internações entre os dias 15 e 21 de novembro, após aumento de 18% na semana anterior, de 8 a 14 de novembro.

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    Tags:
    flexibilização, São Paulo, COVID-19, João Doria
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