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    Uma análise feita pela Polícia Federal (PF) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostrou que o suposto ataque hacker conseguiu acessar dados pessoais de funcionários do tribunal e teria ocorrido neste ano.

    A suspeita é de que o ataque tenha acontecido antes do dia 1º de setembro, já que não há informações registradas nos arquivos do TSE após o dia 2.

    Segundo a apuração inicial, o invasor acessou dados de 2020, como endereços e telefones, no Portal do Servidor. As informações foram publicadas pelo portal G1.

    O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE Luís Roberto Barroso em foto de dezembro de 2019.
    © Folhapress / UOL
    O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE Luís Roberto Barroso em foto de dezembro de 2019.

    A PF já identificou que a origem do ataque ocorreu em Portugal e, segundo o TSE, os ataques não afetam a votação porque as urnas não estão ligadas à Internet.

    Os dados obtidos pelo hacker foram divulgados no domingo (15), dia do primeiro turno das eleições.

    O tribunal formou uma comissão para acompanhar as investigações da PF sobre os ataques cibernéticos e vai elaborar estudos sobre ações de prevenção e enfrentamento de crimes cometidos pela ação de hackers.

    A Comissão de Segurança Cibernética será comandada pelo ministro Alexandre de Moraes e vai contar também com a presença de outras cinco pessoas.

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    Tags:
    Polícia Federal - PF, ataque hacker, ciberataque, ataque, TSE, Tribunal Superior Eleitoral, Brasil
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