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    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem buscando medidas para substituir o sistema das urnas eletrônicas por uma alternativa tecnológica mais barata.

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, declarou neste domingo (15) que as eleições de 2022 podem adotar um novo sistema digital de votação.

    "A aplicabilidade do novo modelo em 2022 vai depender da segurança que possamos ter com as alternativas oferecidas. Como disse, temos um teste tríplice: segurança, sigilo e eficiência", disse o presidente do TSE.
    Em Brasília, uma mulher com um bebê nos braços deposita seu voto em uma urna eletrônica durante as eleições gerais no Brasil, em 28 de outubro de 2018.
    © AP Photo / Eraldo Peres
    Em Brasília, uma mulher com um bebê nos braços deposita seu voto em uma urna eletrônica durante as eleições gerais no Brasil, em 28 de outubro de 2018.

    Barroso visitou neste domingo (15) o projeto Eleições do Futuro, em Valparaíso (GO). De acordo com ele, se algum dos modelos apresentados se mostrar confiável, a votação por ser celular já poderia ser adotada em 2022.

    "Se algum dos modelos se mostrar confiável, eu imagino que sim, que já possamos implantar em 2022, mas provavelmente sera uma implantação progressiva, não será num estalar de dedos em que se mude tudo", destacou.

    O presidente do TSE informou que atualmente o sistema dispõe de 500 mil urnas eletrônicas que são substituídas a cada dois anos. Barroso destacou que o atual sistema funciona desde 1996 e, até agora, funcionou "muito bem do ponto de vista da confiabilidade do resultado".

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    Tags:
    Tribunal Superior Eleitoral, Luis Roberto Barroso
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