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    Brasil enfrenta COVID-19 no fim de outubro (38)
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    O diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, acusou a Anvisa nesta quinta-feira (22) de atrasar a autorização para a importação da matéria-prima da farmacêutica Sinovac que possibilitará a fabricação da CoronaVac no Brasil.

    Covas afirma que enviou um pedido formal de liberação excepcional da importação do produto no dia 23 de setembro.

    O diretor-geral do Instituto Butantan diz que recebeu a informação de que o assunto só será tratado em uma reunião marcada para o dia 11 de novembro.

    "Estou inconformado e ansioso", afirma ele. "Uma liberação que ocorre em dois meses deixa de ser excepcional", segue.

    Covas disse que a "fábrica do Butantan já está pronta para produzir a vacina".

    "Estamos esperando apenas a autorização para importar a matéria-prima e começar o processo", disse, citado pelo jornal Folha de S.Paulo.

    O plano original do Butantan é receber em outubro seis milhões de doses da vacina CoronaVac já prontos. E fabricar no Brasil, até dezembro, as outras 40 milhões de doses a partir da matéria-prima que chegaria da China.

    Covas disse que, entre a chegada da matéria-prima, a fabricação, os testes de qualidade e a liberação da vacina são necessários aproximadamente 45 dias.

    Caso a liberação só saia em novembro, a produção das primeiras doses do imunizante só será finalizada em janeiro.

    Na quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro cancelou um protocolo de intenções firmado entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan para a aquisição da CoronaVac e posterior distribuição dela pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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    Brasil enfrenta COVID-19 no fim de outubro (38)

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    Tags:
    Instituto Butantan, pandemia, China, imunizante, novo coronavírus, Vacina CoronaVac, Brasil, COVID-19
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