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    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)
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    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou o presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (21) ao falar sobre a vacina da CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac.

    Doria apelou ao "sentimento humanitário" do presidente e disse que não há motivo para Jair Bolsonaro desautorizar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

    "Total confiança no ministro da Saúde. Desde que ele assumiu, demonstrou sensibilidade, correção e foi republicano. Respeite [presidente] o seu ministro da Saúde. O senhor o indicou e o ratificou. É o terceiro ministro da Saúde. Não é razoável que um presidente não respeite posições de seus ministros indicados por ele", disse o governador, citado pelo jornal Folha de S.Paulo.

    Segundo Doria, "não é hora de fazer discussão de caráter político ou ideológico".

    "A vacina é que vai nos salvar, não é a ideologia, política ou processo eleitoral. Peço a compreensão do presidente e o seu sentimento humanitário para compreender que seu ministro agiu corretamente, baseado na medicina", afirmou.

    Doria disse que não é o momento do país viver uma "corrida pela vacina" internamente.

    "Nós precisamos viver uma união. E agir contra isso é agir contra o Brasil e contra os brasileiros", afirmou. "Eu quero pedir ao presidente que lidere o Brasil para a vida e para a saúde", completou o governador.

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    COVID-19 no Brasil em meados de outubro (54)

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    pandemia, novo coronavírus, imunização, vacinação, Vacina CoronaVac, vacina, Bolsonaro, João Doria, Brasil, COVID-19
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