22:18 19 Outubro 2020
Ouvir Rádio
    Brasil
    URL curta
    371
    Nos siga no

    O presidente Jair Bolsonaro apresentou nesta quarta-feira (30) um discurso gravado na cúpula sobre biodiversidade da ONU, no qual voltou a acusar "algumas ONGs" de crimes ambientais no Brasil.

    Sem apresentar provas nem citar quais organizações estariam por trás de crimes ambientais, Bolsonaro afirmou que determinadas organizações comandam operações ilegais no Brasil e no exterior.

    ​"Na Amazônia, lançamos a 'Operação Verde Brasil 2', que logrou reverter, até agora, a tendência de aumento da área desmatada observada nos anos anteriores. Vamos dar continuidade a essa operação para intensificar ainda mais o combate a esses problemas que favorecem as organizações que, associadas a algumas ONGs, comandam os crimes ambientais no Brasil e no exterior", declarou Bolsonaro.

    "Rechaço, de forma veemente, a cobiça internacional sobre a nossa Amazônia. E vamos defendê-la de ações e narrativas que agridam os interessem nacionais", acrescentou.

    A cúpula aconteceu no âmbito da Assembleia Geral da ONU e contou com a participação de uma série de chefes de Estado. O evento foi realizado virtualmente por conta da pandemia da COVID-19.

    Anteriormente, no discurso na Assembleia Geral da ONU, realizada na semana passada, o presidente havia declarado que o Brasil é "vítima" de uma campanha de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal, chegando a acusar indígenas e caboclos de realizar os incêndios causados nas regiões.

    Mais:

    Pandemia provoca queda de 66% no setor de turismo do Amazonas
    Bolsonaro: 'estamos abertos a sugestões' para recuperação da economia
    FOTOS mostram Exército brasileiro operando pela 1ª vez sistema de drones na Amazônia
    Ex-advogado da família Bolsonaro vira réu por peculato e lavagem de dinheiro
    Bolsonaro classifica declaração de Joe Biden sobre Amazônia como 'desastrosa e gratuita'
    Tags:
    ONU, Amazônia, Pantanal, crimes, ONGs, Jair Bolsonaro
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar