20:23 02 Dezembro 2020
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    Em nova fase da Java Jato, a Polícia Federal (PF) cumpre seis mandados de busca e apreensão e dois de prisão em Alagoas, São Paulo e Rio de Janeiro.

    As ordens judiciais expedidas pela 13ª Vara Federal de Curitiba, da operação Navegar é Preciso, fazem parte da investigação de contrato da Transpetro, conforme o portal G1. 

    Isso porque as investigações identificaram uma organização criminosa que fraudava o caráter competitivo das licitações através do pagamento de propinas a altos executivos da Petrobras, bem como de outras empresas, como a Transpetro.

    O esquema, citado pela PF, ocorria através da celebração de contratos de compra e venda de navios feitos pela Transpetro com o estaleiro através do PROMEF, utilizado para a reestruturação da indústria naval brasileira.

    Viatura da Polícia Federal (imagem referencial)
    © Folhapress / Geraldo Bubniak/AGB
    Viatura da Polícia Federal (imagem referencial)

    A Transpetro, subsidiária da Petrobras, é responsável pelo transporte de combustível e pela importação e exportação de petróleo e derivados, para compra e venda de navios.

    Há suspeita de que um estaleiro contratado por R$ 857 milhões para fornecer os navios tenha pagado propina a um executivo da estatal, resultando em um prejuízo de aproximadamente R$ 611 milhões, segundo a PF.

    As investigações apontam que a contratação teria ocorrido sem a realização de estudos de consultorias, que deveriam indicar que o estaleiro não teria condições técnicas e financeiras adequadas para a construção dos referentes navios.

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    Tags:
    criminosos, propina, Petrobrás, Polícia Federal, lava jato, Brasil
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